Broadcast do Parto

Bom pessoal, para quem ainda não sabe, e se o 3G pegar lá naquele fim de mundo, farei além da gravação em HD, a transmissão do parto ao vivo para todo o mundo, bilhões de pessoas se acumularão para visualizar as imagens que a mãe do Theo nem imagina que estarão na Internet.

Fica aí a dica, dia 21/05/2010 a partir das 8:30 da manhã!

E se caso eu desmaiar, fica o material para vocês enviarem ao Faustão!

Se alguém perdeu creio que fica o arquivo aqui!

Novo Enem não exigirá que aluno decore fórmulas

Novo Enem não exigirá que aluno decore fórmulas, diz ministro da Educação da Agência Brasil O MEC (Ministério da Educação) e o comitê responsável pela elaboração do novo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) decidiram nesta quarta-feira qual será a matriz de habilidades da prova que substituirá o vestibular das universidades federais. Segundo o ministro Fernando Haddad (Educação), os conteúdos permanecerão os mesmos que são ministrados hoje pelo ensino médio, o que muda é a “forma de perguntar”.

“Não se está reinventando nada, até por respeito aos alunos que estão concluindo o ensino médio na forma atual. O que se aprovou hoje, tendo por base os conteúdos, foi como abordar os conteúdos. A ênfase deixa de ser na memorização e passa a ser na capacidade de compreensão dos fenômenos da natureza, por exemplo”, disse. Lula Marques-29.abr.2009/Folha Imagem Haddad diz que novo formato do Enem não permitirá “pegadinhas”; novo vestibular recebeu adesão de 25 universidades federais A matriz de conteúdo será divulgada nesta quinta-fei ra (14), após reunião com os secretários estaduais de educação.

Fonte: Folha Online

Desenhos Disney contêm mensagem ambiental secreta

O veado Bambi, o peixinho Nemo e o urso Balú são mais do que personagens fictícios para agradar crianças e adultos – são, na verdade, pioneiros da conscientização para a preservação do meio ambiente, de acordo com um acadêmico da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha.

David Whitley diz em seu livro The Idea Of Nature In Disney Animation (A Idéia de Natureza nos Desenhos Disney) que as estórias vividas por estes personagens na tela têm ajudado sucessivas gerações de crianças a desenvolver “uma consciência crítica de questões ambientais” desde Branca de Neve, em 1937.

Eles são “heróis não reconhecidos do lobby verde” e, longe de oferecerem apenas escapismo, os personagens trazem mensagens importantes sobre nosso relacionamento com a natureza, afirma Whitley.

“Os filmes da Disney são criticados com freqüência por não terem autenticidade e se curvarem ao gosto popular, em vez de desenvolverem a animação de uma forma que provoque maior reflexão”, diz Whitley.

“Se você consegue aceitar seu sentimentalismo, é possível ver que estes filmes estão dando às jovens audiências uma arena cultural dentro da qual questões ambientais sérias podem ser encenadas e exploradas”, conclui o acadêmico.

A preservação é tão central em Bambi, por exemplo, que o filme é tido como o inspirador de muitos ativistas pelo meio ambiente, em tenra idade, na década de 60, de acordo com o acadêmico.

Segundo ele, Branca de Neve e Cinderela são, para as crianças, modelos de proteção à fauna e atenção com a natureza que as cerca.

Acompanhando os tempos
Mas o tom dos filmes mudou sutilmente ao longo das décadas, segundo o autor. No período de 1937 a 1967, sob a direção do próprio Walt Disney, as primeiras produções de Branca de Neve, Cinderela, Bambi e A Bela Adormecida, têm na natureza um refúgio idílico, vulnerável à incursão de uma civilização decadente e ameaçadora.

Animais amistosos tornam-se aliados de heróis e heroínas. O mundo selvagem é visto como um lugar de renovação, onde os personagens centrais passam por um processo de auto-descoberta.

Whitley diz que os jovens espectadores da época eram encorajados a participar da natureza e a protegê-la, como seus heróis nos filmes. Produções mais recentes, lançadas entre 1984 e 2005 – depois que Michael Eisner passou a presidir os Estúdios Disney – têm uma abordagem um pouco diferente, sugerindo que a humanidade e a natureza podem coexistir se as pessoas respeitarem a fauna e perceberem seu lugar na ordem natural.

Longas-metragens como Procurando Nemo, de 2003, são mais complexos que os desenhos mais antigos, acompanhando o sentimento predominante em sua época.

O filme sobre um peixe que procura seu filhote perdido é qualificado por Whitley como “uma fábula para o nosso tempo”, pois dramatiza as atitudes contraditórias e os sentimentos despertados em nossa interação com a natureza.

Segundo o autor, em Mogli, o Menino Lobo (1967), O Rei Leão (1994) e Procurando Nemo, o ambiente é mais exótico e os seres humanos tendem a não restaurar a ordem do mundo natural, mas a serem, eles mesmos, uma parte desse mundo.

Autor: BBC Brasil

Bebês são capazes de julgar pessoas, diz estudo

Cientistas dos Estados Unidos descobriram que bebês a partir de seis meses de idade já demonstram ter inteligência social, analisando as intenções de outras pessoas e sendo capazes de perceber quem é um potencial amigo ou inimigo.

A equipe da Universidade de Yale realizou um estudo envolvendo 12 bebês de seis meses e 16 com dez meses, em que fizeram com que eles assistissem a uma animação com três personagens diferentes. No desenho, um dos personagens tenta subir o que parece ser uma colina.

Um segundo ajuda esse personagem, empurrando-o para cima da colina, e um terceiro o atrapalha, empurrando-o para fora. Depois de os bebês assistirem à animação várias vezes, os cientistas mostraram a eles dois bonecos de madeira, um parecido com o personagem que ajuda o outro a subir e outro parecido com o que atrapalha.

O resultado foi que todos os bebês de seis meses e 14 dos bebês de dez meses escolheram o boneco do personagem “bonzinho”, que ajuda. “Nossas descobertas indicam que os humanos realizam avaliações sociais num estágio muito anterior de desenvolvimento do que se pensava, e sustenta a tese de que a capacidade de avaliar indivíduos com base em suas interações sociais é universal e não depende de aprendizado”, dizem os cientistas em um artigo publicado na revista Nature.

Outros experimentos foram feitos para descartar outras explicações para o comportamento demonstrado pelos bebês, como uma possível preferência dos bebês por ações de empurrar algo para cima ou para baixo ou pela aparência de um dos personagens. “Nós não podemos dizer se é algo inato, mas podemos dizer que é algo pré-lingüístico”, disse a cientista Kiley Hamlin, que liderou a pesquisa.

“Nós não achamos que esses bebês têm qualquer noção de moral, mas parece ser uma parte essencial da moralidade sentir uma empatia por aqueles que fazem coisas boas e o contrário por aqueles que fazem coisas más – parece ser uma parte importante de um sistema racional e moral que virá depois.”

O fato de crianças tão jovens mostrarem sinais de inteligência social não surpreendeu Hamlin. Segundo ela, os pais deveriam ter em mente que os bebês são capazes de perceber muita coisa sozinhos. “Ainda com pouca idade, eles são eficientes criaturas sociais.

Eles percebem quem é bom de se ficar junto sem muita ajuda.” Pesquisas anteriores já haviam mostrado que os bebês, nos seus primeiros seis meses, mostram uma predileção por outros bebês com base na aparência do rosto dos coleguinhas.

Autor: O Globo / BBC

Novos sites interativos convidam meninas para brincar

Presleigh Montemayor, 9 nos, é uma das meninas que adoram brincar no laptop acessando o site Cartoon Doll Emporium 
 
É mais divertido do que brincar com uma Barbie comum, diz Presleigh, que vive perto de Dallas. “Com a Barbie, se você quer uma roupa, isso custa dinheiro”, diz. “Na Internet é de graça”.

Presleigh é a parte de um fenômeno em expansão, o surgimento de uma nova leva de sites interativos que permitem que uma geração de usuários muito jovens da Internet, especialmente meninas, brinquem com os amigos. Milhões de crianças e adolescentes dedicam horas de seus dias a esses sites, que oferecem versões virtuais de brincadeiras tradicionais, bem como mundos animados bonitinhos que encorajam a expressão pessoal e oferecem comunicação segura.

Embora alguns dos sites cobrem taxas de assinatura, outros são sustentados por publicidade. Alguns críticos se preocupam com o possível custo social mais amplo de expor crianças a mensagens comerciais, e a quantidade de tempo que elas dedicam aos sites enerva alguns especialistas em assuntos infantis.

Mesmo assim, o número e popularidade desses sites não pára de crescer, graças à promoção que as próprias crianças fazem, diz Josh Bernoff, analista de mídia social e marketing na Forrester Research.

“Os sites vêm crescendo rapidamente entre as crianças”, disse Bernoff, apontando que o entusiasmo tem analogia em termos virais. “É como apanhar um resfriado porque as demais crianças da classe estão resfriadas”.

Enquanto as crianças se divertem, os adultos que dirigem os sites estão envolvidos em feroz concorrência para conquistar a liderança nas preferências de uma geração de norte-americanos que vive cercada de computadores desde que nasceu.

Os sites, com nomes como Club Penguin, Cyworld, Habbo Hotel, Webkinz, Piczo, WeeWorld e Stardoll, oferecem de simples jogos interativos e salas de bate-papo a mundos virtuais nos quais as crianças podem visitar terras da fantasia, com montanhas e cavernas.

Quando Evan Bailyn, presidente-executivo do Cartoon Doll Emporium, criou o disse, disse, “achei que seria uma coisa divertida, fantasiosa”. O Cartoon Doll atrai três milhões de visitantes ao mês. “Mas o mercado ficou tão competitivo”, afirma. “As pessoas acham que vão ganhar rios de dinheiro”.

Até mesmo a Barbie em pessoa está entrando no mercado online. A Mattel está colocando em operação o BarbieGirls.com, outro site que permite que meninas vistam bonecas, além de oferecer serviços adicionais. Nos últimos meses, com o crescimento do tráfego nesses sites para a casa das dezenas de milhões de visitas mensais, os empresários que os comandam tiveram de começar a refinar seus modelos de negócios.

O Cartoon Doll Emporium é gratuito para muitas atividades, mas agora cobra US$ 8 ao mês por acesso a mais bonecas e a serviços especiais. O WeeWorld, um site cujo objetivo é permitir que pessoas de 13 a 25 anos criem e vistam personagens de animação, recentemente assinou contrato que permite que os personagens animados carreguem pacotes de balas Skittles, e está estudando a possibilidade de contratos com outros anunciantes.

No Stardoll, que oferece certo nível de publicidade, as usuárias podem expandir os guarda-roupas que usam para vestir suas bonecas virtuais adquirindo créditos pelo celular. No Club Penguin, um mundo virtual com mais de quatro milhões de visitantes ao mês, uma assinatura mensal no valor de US$ 5,95 permite que os usuários adotem animais de estimação para os pingüins que usam como avatares (representações animadas dos usuários) e podem conversar, passear e participar de jogos online como pesca no gelo e hóquei.

Lane Merrifield, presidente-executivo do Club Penguin, sediado em Kelowna, na Colúmbia Britânica Canadá), disse ter decidido adotar uma taxa de assinatura porque acredita que publicidade é uma proposição perigosa, se dirigida a usuários tão jovens. Clicar em anúncios, diz ele, poderia conduzir as crianças à Web mais ampla, onde existe a possibilidade de que encontrem material obsceno ou inapropriado.

Merrifield também se irrita diante de comparação com o site de redes sociais MySpace, que segundo ele é um ambiente completamente aberto que oferece toda espécie de ameaças aos usuários menores de idade.

Para tornar o Club Penguin mais seguro para as crianças, o site emprega um filtro poderoso que limita o tipo de mensagem que os usuários podem trocar. Não é possível informar números de telefone ou localização geográfica, nos chats, ou usar palavras ou frases explícitas ou sugestivas. Outros sites também empregam métodos para minimizar a ameaça de interações perturbadoras, ou restringem as mensagens que os usuários podem trocar entre eles.

“Somos a antítese do MySpace”, diz Merrifield. “O MySpace é sobre compartilhar informações; nós não permitimos que informações sejam compartilhadas”.

Outros sites são mais abertos, como o WeeWorld, que permite que pessoas criem avatares, os vistam como preferirem e formem grupos de amigos que trocam mensagens. Os personagens tendem a ser bonitinhos, com cara de desenho animado, e o mesmo se aplica às home pages em que eles vivem, mas as conversas são tipicamente adolescentes.

“Há muita brincadeira e muitos flertes”, diz Lauren Bigelow, gerente geral do serviço, que informa que ele tinha 900 mil usuários em abril e vem crescendo cerca de 20% ao mês.
 
The New York Times
Autor: Matt Richtel e Brad Stone

Poluentes representam alto risco para fetos e bebês

OSLO, Noruega (Reuters) – Os fetos e os bebês são mais vulneráveis do que se imaginava poluentes químicos que podem provocar doenças deformidades, mesmo em quantidades inofensivas para os adultos, disseram cerca de 200 cientistas na quinta-feira.

Os pesquisadores defenderam a adoção de um controle mais rígido sobre produtos tóxicos, alguns dos quais usados na fabricação de plásticos e pesticidas, afirmando que essas substâncias podem gerar falhas em estágios fundamentais do crescimento, levando a eventuais danos cerebrais, má-formação e câncer.

“O estágio fetal e a primeira infância são períodos de grande vulnerabilidade aos riscos ambientais”, afirmaram toxicologistas, biólogos, pediatras e outros especialistas de várias partes do mundo após um encontro realizado nas Ilhas Faroe.

“A exposição tóxica a poluentes químicos durante esses períodos de grande suscetibilidade podem provocar doenças e deformidades nos bebês, nas crianças e em todo o período da vida adulta”, disseram no comunicado final do encontro, realizado entre os dias 20 e 24 de maio.

Em alguns casos, danos aos genes “podem também ser passados para gerações subsequentes”, afirmaram os cientistas presentes no evento, patrocinado em parte pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Estamos começando a compreender que há processos bastante delicados que precisam ocorrer em um determinado momento e em uma determinada sequência”, afirmou Philippe Grandjean, presidente do encontro e membro da Universidade da Dinamarca Meridional e da Faculdade de Saúde Pública de Harvard.

Autor: Reuters/Brasil Online Por Alister Doyle

Vacinas podem entrar na cobertura dos planos de saúde

O Projeto de Lei 495/2007, do deputado Vinicius Carvalho (PTdo B-RJ) quer tornar obrigatória a inclusão de vacinas dentre as coberturas previstas nos seguros e planos de saúde privados. Deverão ser beneficiados tantos os segurados quanto os seus dependentes. A lei entrará em vigor 180 dias após a aprovação.

Para o parlamentar, a vacinação da população contra agravos apresenta-se como uma arma para a redução da mortalidade infantil e a diminuição da incidência de doenças graves nos idosos.

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Vacinas podem entrar na cobertura dos planos de saúde

O Projeto de Lei 495/2007, do deputado Vinicius Carvalho (PTdo B-RJ) quer tornar obrigatória a inclusão de vacinas dentre as coberturas previstas nos seguros e planos de saúde privados. Deverão ser beneficiados tantos os segurados quanto os seus dependentes. A lei entrará em vigor 180 dias após a aprovação.

Para o parlamentar, a vacinação da população contra agravos apresenta-se como uma arma para a redução da mortalidade infantil e a diminuição da incidência de doenças graves nos idosos.

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